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Ozonoterapia

Agendamento

Ozonoterapia

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Ozonoterapia

A Ozonoterapia consiste na aplicação do ozono para fins medicinais. O Ozono é um gás composto por três átomos de oxigénio e que se define como O3 e o ozono medicinal é uma mistura de ozono e de oxigénio puro que, quando entra em contacto com o organismo do paciente se converte em oxigénio sendo imediatamente absorvido.

Esta técnica terapêutica é realizada de acordo com a indicação e a condição do paciente de forma a determinar-se a dosagem adequada.

A ozonoterapia tem enúmeros efeitos, entre os quais se podem destacar:

– Efeito germicida, bactericida, anti-fúngico, virustático;
– Melhora o metabolismo das hemácias e aumenta a flexibilidade das suas membranas, produz o aumento de 2-3DPG, estimula a libertação de O₂ para os tecidos com baixa oxigenação;
– Determina a libertação dos Factores de Crescimento incrementando o processo de reparação tecidual;
– Induz a modulação do Interferon, das Citocinas e dos Ecosanóides modulando o sistema imunitário;
– Produz a libertação do óxido nítrico (NO) estimulando a neo-vascularização e a neo-angiogenese (formação de novos vasos sanguíneos);
– Regula o sistema anti-oxidante/pró-oxidante, modula o stress oxidativo;
– Aumenta o ciclo respiratório mitocondrial aumentando a produção de energia (ATP) e ativando o metabolismo celular;
– Inibe da libertação da bradicinina e da síntese das prostaglandinas inflamatórias reduzindo o edema e aliviando todo o tipo de dor.

Apresenta ainda benefícios em variadas patologias:

1 – Nas doenças neuro-degenerativas como parkinson, alzheimer, demências senis e vasculares, esclerose lateral amiotrófica;
2 – Oftalmopatias: glaucoma de ângulo aberto, maculopatias;
3 – Otorrinolaringologia: hipoacusia bilateral, amigdalites, sinusites, riniteh otite;
4 – Doenças isquémicas: isquémia dos membros superiores e inferiores, isquémia cerebral e cardíaca, estase venosa;
5 – Todas as patologias que necessitam de uma melhoria no sistema imunológico, diminuição do stress oxidativo (excesso de formação de radicais-livres), modulação de reações inflamatórias, melhoria da reologia sanguínea;
6 – Patologias ortopédicas: lombalgias, hérnias de disco, artrose, tendinite rotuliana, bursite, artrite pós-traumática;
7 – Patologias do trato genital feminino (utiliza-se a via vaginal para aplicação): candidíase ou qualquer tipo de infeção genital, endometriose, dor pélvica crónica, HPV, esterilidade de origem inflamatória, síntomas menopáusicos, coadjuvante no cancro;
8 – Quando utilizada a via sub-cutânea pode ter acção na Lipodistrofia localizada, celulite, cicatrizes e quelóides, queda de cabelo e rugas.

Porém, apesar de todas as indicações enumeradas, esta terapia possui algumas contra-indicações:

– Deficiência de G6PD (é uma doença metabólica ligada ao cromossoma X, relacionada à actividade reduzida da enzima G6PD no interior das hemácias);
– Síndrome Wolf Parkinson White (é uma arritmia cardíaca que faz com que os impulsos eléctricos sejam conduzidos ao longo da via acessória dos átrios até aos ventrículos, denominada feixe de Kent, é também uma forma de taquicardia, formada por uma condução átrio-ventricular adicional que impede a condução normal do estímulo do átrio que vai até ao nódulo átrio-ventricular, causando o que chamamos de taquicardia supra-ventricular);
– Hipertireoidismo descompensado;
– Anemia severa;
– Miastenia gravis (doença neuromuscular);
– Hemorragia activa;
– Fase inicial da gravidez;
– Uso de IECA (captopril, enalapril, etç., que são hipotensores bloqueadores do receptor da angiotensina (BRAs) );
– Trombocitopenia (baixa de plaquetas);
– Instabilidade cardíaca severa;

Existem diversas formas de tratamento com ozonoterapia:

Um método indolor para o paciente em que o ozono é absorvido pela mucosa intestinal ou vaginal em segundos. Este procedimento está direcionado para o tratamento inflamatório do intestino, em caso de disbioses intestinais, doença de Crohn, colites, infeções urinárias, prostatite, infeções urinárias, vaginose e candidíase.

O processo passa por extrair sangue venoso que, depois de tratado com Ozono medicinal, é reintroduzido no paciente. Esta técnica é especialmente aconselhada em pós-quimioterapia, para combate a anemia, síndrome de fadiga crónica, Alzheimer, Parkison, colesterol.

Consiste em extrair sangue do paciente que é tratado com ozono medicinal e administrado de forma intramuscular. Pode ser usado, por exemplo, em doenças alérgicas, acne e processos inflamatórios.

O ozono é administrado através de uma agulha de pequeno calibre, infiltrando-se na área, músculos ou articulação afetados. Diminui a sensação de dor e a inflamação, sendo particularmente útil em reumatismo, artroses e artrite, alergias e inflamações.

O processo passa por introduzir um saco na zona afetada que é insuflado com ozono medicinal. Aplica-se, por exemplo, em úlceras diabéticas e varicosas, queimaduras, feridas de cicatrização lenta, gangrena e infeções fúngicas.